Esta especiaria de sabor picante é rica em nutrientes e traz diversos benefícios à saúde. Desde que não haja excesso no seu consumo.

Para quem gosta de um sabor diferente, um tanto mais forte e marcante nas refeições,(eu adoro!!!)  lanches ou salgadinhos, as pimentas são temperos pra lá de especiais. No Brasil, existe um monte de tipos, gente: malagueta, cumari, de cheiro, chifre-de-veado, jalapeño e dedo-de-moça.

A malagueta é a que tem mais IBOPE. Já a de cheiro e a pimenta do reino em pó são, normalmente, utilizadas como tempero para saladas. Também em aperitivos, sobre pães aquecidos (eu aprendi com o meu avô, comer pão com pimenta e também amo muito, rs) , queijos picados ou outras iguarias.

Acelera o metabolismo!

A sensação de ardência que a pimenta dá aos alimentos deve-se à presença de uma substância chamada capsaicina. Esta substância possui algumas propriedades medicinais comprovadas: analgésicas, energéticas, digestivas, antioxidantes e vasodilatadoras. Entre tantas outras qualidades, ela estimula a liberação de endorfinas, causando uma sensação de bem-estar e pode reduzir o desejo de comer, sendo benéfica ao tratamento da obesidade.

Outra qualidade é o seu poder termogênico, que aumenta a temperatura do corpo e, conseqüentemente, acelera o metabolismo.

Mas as pimentas também podem causar alguns malefícios se ingeridas em grande quantidade, como a sudorese e hipertensão. Então se você tem úlcera, gastrite ou pressão alta é melhor evitar, ok?

É necessário também cuidado ao manusear a pimenta para que não cause irritação na pele e nos olhos.

Os diversos tipos de pimentas contêm poucas calorias, são digestivas e fontes naturais de vitamina C. Além disso, contêm uma boa quantidade de vitamina A, B1, B2, E e niacina. Por isso, são antioxidantes que agem “varrendo” os radicais livres das células, evitando o envelhecimento precoce. Que tudo!!!

Tem um número significativo de minerais, como magnésio, ferro e aminoácidos, e as ardidas, do tipo vermelho geralmente possuem maior valor nutricional do que as verdes.

Desde que a pessoa não sinta nenhum desconforto após sua ingestão e não haja nenhuma proibição médica, o que acontece, por exemplo, às pessoas que têm gastrites, esofagites, refluxo gastro-esofágico e hemorroidas, não existem regras para a freqüência do consumo de pimentas, mas moderação é a palavra de ordem.

Embora seja comum ouvir que as pimentas do-reino e branca fazem mal à saúde, no meio científico não há nada que comprove estes prejuízos. Para estas também valem as mesmas recomendações: coma sem exagero!